31 março, 2008

Um post de homenagem é muito brega?! Se sim, procurem então outra coisa pra ler, maroquem o orkut alheio ou sei lá, joguem paciência. Agora que tudo finalmente tomou um rumo, preciso fazer uns agradecimentos especiais ou seja, lá vem melação, mas that's me e não poderia ser diferente.

Pois bem, esse post é unicamente dedicado a vocês, meus amigos. Especialmente os que ficaram em São Luis (não estou desmerecendo os que não moram lá, sem agressões!), pois todos sabem que agora não estou mais na ilha, ao menos deveriam saber.

Posso dizer que sou uma pessoa de muita sorte, viu! Nesses anos todos que morei aí, tive o prazer de conhecer apenas as pessoas certas. Seja no condomínio, no mirc, no terminal de ônibus, na UFMA, na praça do renascença, na worm, na casa de alguém, durante partidas de jogos, naquelas ruas do Reviver, não importa. Conheci, me aproximei e convivi com pessoas muito mais que especiais. Foram elas as responsáveis pelo que sou hoje, em todos os detalhes e cada um deu a sua contribuiçãozinha um tanto importante.

Muita coisa mudou durante todos esses anos e foi maravilhoso ter a companhia de vocês. Eu nunca saberia expressar a importância de cada saída, cada conversa, risada, cantorias e piadas. E muito menos conseguiria agradecer pelos ombros, conversas, porres e até mesmo brigas.

É muito ruim pensar que talvez tudo isso já tenha ficado pra trás e que as coisas finalmente estão começando a mudar, que eu cresci e todo esse blábláblá. Eu prefiro acreditar que essa distancia não vai mudar em nada, pois tudo que construí em São Luis é “pra sempre”. Tá, “pra sempre” é muito tempo e falando em tempo, com ele essa tal de distância só vai aumentar, caso o resto dos meus planos se consolidem.

Mas não falemos disso agora, deixemos a vida desenrolar do jeito que tem que ser. Só queria mesmo dizer que com esse meu afastamento um tanto repentino, não queria virar a página e tentar encarar a vida sem a presença de todas essas pessoas e a memória do que vivemos juntos.

O que eu quero mesmo é dizer que vocês estão presentes sempre, em todas as minhas lembranças e que eu guardo um carinho extremamente especial por cada um e não quero por nada nessa vida me sentir de fato distante. Pois pra mim, todo mundo tem um cantinho especial bem aqui do meu lado, onde quer que eu esteja. E é com muito orgulho que eu posso dizer que tenho os melhores amigos do mundo.

Obrigada, de coração.

Amo todos vocês.

"Don't let the day go by
Don't let it end
Don't let a day go by in doubt
The answer lies within"

The answer lies within - Dream Theater

17 março, 2008

Porque às vezes fazer planos não é o bastante, palavras não valem de muita coisa e a saudade teima em apertar. O passado se foi, do presente não se sabe e o futuro, esse não me pertence ainda. Dias nublados, cheios de cores e movimentos são raros. E sem registros ou provas, apenas existem. Sorte nossa, não acham?
Ninguém precisa entender, anyway.


[...]
-Mas não seria natural.
-Natural é as pessoas se encontrarem e se perderem.
-Natural é encontrar. Natural é perder.
-Linhas paralelas se encontram no infinito.
-O infinito não acaba. O infinito é nunca.
-Ou sempre.
[...]

[O dia que Jupter encontrou Saturno - Caio F.]

14 março, 2008

-C'est le temps que tu a perdu pour ta rose qui fait ta rose si importante.
-C'est le temps que j'ai perdu pour ma rose… fit le petit prince, afin de se souvenir.
-Les hommes on oublié cette vérité, dit le renard. Mais tu ne dois pas l'oublier. Tu deviens responsable pour toujours de ce que tu as apprivoisé. Tu es responsable de ta rose…
-Je suis responsable de ma rose… répéta le petit prince, afin de se souvenir.
[Le Petit Prince - Antoine de Saint Exupéry]

Minha rosa significa muito pra mim e eu sou responsável por ela, sim. É tão simples...
Camila, c'est pour toi! Ma petite rose, je t'aime!





11 março, 2008

Nada como uma semana em Sampa, com pessoas maravilhosas e shows perfeitos, não é mesmo, minha gente?!

Pois sim, foi tudo lindo! Conheci pessoas incríveis, me diverti muito e de quebra ainda vi dois shows que superaram todas as minhas expectativas. Depois de muito tempo, me sinto de alma lavada e estranhamente bem. Mesmo com o pouco tempo, com o dinheiro curto e uma tal de gripe que resolveu me pegar de surpresa, posso dizer que valeu muito a pena, muito mesmo. Agora só preciso de mais dinheiro, porque a vontade de voltar é grande por demais. De resto eu só posso agradecer por ter sido tão bem recebida, pelas risadas e enfim, por tudo!

Obrigada, vocês-sabem-quem.

27 fevereiro, 2008

Eis que estou de volta para contar aquela novidade que precisava confirmar antes e tal e pah, lembram? Pois sim, não preciso dar muitas explicações, a imagem fala por si:




Sim, eu vou! Amanhã saio daqui de Imperatriz, pego um vôo até São Luis, de lá até Brasília e só depois de muito tédio e espera e ansiedade e sono perdido, que chego em Sampa. Ficarei na casa da Flá - a pessoa mais querida e que tem a mente mais fértil da face da terra, por quase 10 dias. Talvez ela nunca mais queira me receber, porque de cara vou ficar todo esse tempo, imagina se convidar de novo?
O primeiro show, (pra quem não vive nesse mundo e/ou não conseguiu ler no ingresso) é o de Iron Maiden, domingo. O de Dream Theater será dia 08, no ooutro sábado. Até lá gastarei todo o meu tempo (e o da Flá, claro) andando por aí, bebendo um tanto, rindo do caqui e essas coisas. Nada como estar entre amigos em Sampa, não é mesmo, minha gente?!
Piadas internas à parte, só devo dizer que nem durmo mais de tanta ansiedade e que essa semana tem tudo pra ser simplesmente perfeita.
Depois volto com fotos e comentários e o que eu puder contar dessa semana supimpa.

Up the Irons!

P.S.: roubei a foto mesmo, não ligo, o ingresso é meu, oras! Haha

http://www.fotolog.com/mornietari

25 fevereiro, 2008

Domingo, domingo..


Ê diazinho meio mais ou menos, ein! Principalmente se tu tens algumas nóias na cabeça, ou duas, ou três. O certo é que hoje estou um tanto chateada, repensando um monte à respeito de umas coisas que certamente nem vou falar aqui. Quero mesmo é desabafar de uma forma bem "ampla", sem me aproximar da principal razão do meu "bode".

Enfim, o fato é que desde a minha "possível" mudança de cidade, e o mais claro distanciamento da vida que conhecia, fiquei muito mais sensível no que diz respeito ao convívio com pessoas. Se é por saudade de todos os amigos que estava acostumada a estar o tempo todo rodeada, ou por uma carência exagerada da pessoa que vos fala, eu não sei. O fato é que algumas atitudes, por mais bobas que aparentem ser, tomam proporções impensadas no lado de cá.

Não quero badulação nem nada, odeio esse tipo de coisa. Na verdade, o que acontece é que muitas vezes eu me pego concluindo que algumas coisas não eram tão reais quanto eu imaginava, que talvez a minha vontade e o meu carinho imenso por um e outro tenham supervalorizado o que realmente existia e agora, de longe, percebo que as coisas não são exatamente do jeito que eu gostaria que fossem.

Porque na realidade eu não peço nada de muito exagerado, pombas! Eu não consigo entender como coisas tão banais conseguem ser usadas como desculpa pra uma imensa falta de vontade e consideração e muitas vezes, educação. Eu não trato ninguém mal, nunca deixei fulano e cicrano falando sozinho quando dizia precisar conversar. Nunca, nunca estive indisponível a quem quer que seja, desde que eu considere a essa pessoa o mínimo do meu carinho e blá. Talvez esse seja o meu erro, estar "disponível" demais. No fim das contas todo mundo está vivendo a sua própria vida e foda-se a idiota que se preocupa com isso.

Eu gostaria de ter a medida exata do significado das palavras que as outras pessoas usam por aí. Porque pra mim um "eu te amo", "eu te adoro", "tu é meu amigo" e afins tem um peso enorme e por si só já justificam muitas atitudes minhas. Pelo visto, o que rola por aí é bem diferente e eu deveria mesmo aprender a pensar dessa forma.

Assim eu não me magoaria tanto, tenho certeza.

22 fevereiro, 2008

Famoso post que a maioria das pessoas não vai ler, mas quem liga?! A Flá me mandou esse super questionário que ocupou bastante essa minha tarde entediante. Quem estiver tão ocupado quanto eu estava ou tiver saco para tal, lá vai:

VOCÊ

1. Nome: Flávia, ué
2. Data e Local de Nascimento: 18/06/1984, Altamira/PA (mais conhecida como ‘a casa do caralho rs)
3. Cidade/Estado: Imperatriz/MA (também conhecida como “longe pra disgrenha”)
4. Apelido: Flavita, Flá, Frá, Fravenhas, Helena, Vaquinha, Favitax, Flavitex (...)
5. Altura: 1.60
6. Signo: Gêmeos
7. Escola: Escola?

ESCREVA

8. Uma comida: massas em geral, meu pecado.
9. Uma bebida: suco de abacaxi com hortelã e pra diversão qualquer coisa que tenha alcool.
10. Um programa de TV: er...
11. Um ídolo: Silvio Santos rs.. sei lá, a lista é grande e confusa.
12. Uma banda: Iron Maiden e Dream Theater são as “da vez”.
13. Uma cor: laranja.
14. Um animal: cachorro.
15. Um objeto: travesseiro.
16. Um símbolo: espiral celta.
17. Um lugar: qualquer um que eu possa tirar um cochilo.
18. Um carro: qualquer um que me leve onde eu quero.
19. Um esporte: xadrez.
20. Um perfume: Nunca lembro os nomes dos que uso.
21. Um livro: Ai, vários!
22. Um filme: Por que só um?!
23. Um ator: Tom Hanks
24. Uma atriz: Kate Winslet
25. Um cantor: Mikael Åkerfeldt
26. Uma cantora: Anneke, Anneke...

ESCOLHA

27. Branco/Preto? Preto.
28. Claro/Escuro? Escuro.
29. Alto/Baixo? Alto.
30. Gordo/Magro? Magro.
31. Praia/Clube? Posso ficar em casa?
32. Lagoa/Cachoeira? Cachoeira.
33. Água/Fogo? Fogo.
34. Praia/Cidade? Cidade.
35. Inverno/Verão? Inverno.
36. Filme/Novela? Filme.
37. Cinema/Teatro? Cinema.
38. Amor/Paixão? Amor.
39. Coca-Cola/Pepsi? Coca!
40. Vela/Incenso? Incenso.
41. Sol/Lua? Lua.
42. Homem/Mulher? Homem.
43. Tattoo/Piercing? Posso escolher os dois?
44. Ouro/Prata? Prata.
45. Razão/Emoção? Emoção, fazer o que...
46. MSN/ICQ? Faz tempo que esqueci meu ICQ.
47. Sair/Ficar em casa? Sair.

PREFERÊNCIAS

48. Dia da semana: Sexta.
49. Número: 9.
50. Festa: com amigos, não importa onde.
51. Matéria: Desenvolvimento Social e Político Brasileiro.
52. Personagem: Mafalda.
53. Tênis: all star.
54. Marca de roupa: sem preferências.
55. Seriado: FRIENDS, E.R., C.S.I
56. Desenho: A Mansão Foster para Amigos Imaginários.
57. Jogo: Imagem e Ação ou Bang.
58. Parte da casa: escritório, onde fica o pc.
59. Parte do seu corpo: Cabelos.
60. Emoticon: ^^
61. Doce:
Marrom Glacê

62. Frase:
"E se é verdade que o tempo não volta, também deveria ser verdade que os amigos não se perdem." Caio Fernando Abreu - Cartas.

VOCÊ ACHA QUE EXISTE:

63. Deus? Prefiro acreditar que sim.
64. Diabo? Claro, ué.
65. Extraterrestres? Verdes e amigos.
66. Big Bang? Bum!
67. Espíritos? Infelizmente acredito.
68. Reencarnação? Espero que sim.
69. Paraíso? Eu não vou pra lá, rs.
70. Monstro do lago Ness? A coordenadora do meu curso.
71. Poderes paranormais? Entortar uma colher com o poder da mente conta?
72. Darwinismo? Pela lógica, sim.

NO MOMENTO

73. Está apaixonada? Haha, essa foi boa!
74. Está solteira? Oh yeah.
75. Está se sentindo sozinha? Vezenquando, né.
76. Está online? Será?
77. Está ouvindo o quê? Ours – Red Colored Stars
78. Está comendo o quê? Sacanagem falar de comiga agora...
79. Está feliz/triste? “Zuper Filiz”
80. Está pensando no quê? Em quinta-feira que vem!
81. Sente saudades de quem? Hugo.
82. Gostaria de estar aonde? Não preciso dizer.
83. Está vestida como? Camisola, ainda.
84. Que horas são? 14:50
85. Que dia é hoje? 22.02.08

NO FUTURO

86. Pretende seguir que profissão? Algo ligado à Antropologia ou coisa do tipo.
87. Pensa estar fazendo o que daqui a 10 anos? Ai, tem tempo demais pra pensar.
88. Quer casar? Pra quê?
89. Quer ter filhos? Deusulivriu!

NO PASSADO

90. Se arrependeu de algo? Nunca.
91. Teve uma doença grave? Não.
92. Fez uma operação? Não necessariamente.
93. Se quebrou? Sofri um acidente de carro, me machuquei bastante.
94. Pensou em se matar? Sou covarde demais para tal.
95. Usou drogas? Não.
96. Teve muito medo? Síndrome do Pânico, benhê.
97. Chorou por amor? E não foi pouco.
98. Tentou fugir de casa? Não.
99. Fez inimigos? Até onde eu sei, não tenho nenhum.
100. Usou óculos de grau/lentes de contato? Óculos pra vida toda, rá!
101. Aparelho? Quem dera...

NA ESCOLA

102. Qual maior nota do seu boletim? A máxima, ué.
103. E a menor? A mínina.
104. Foi líder de turma? Nunquinha, eu era a nerd da turma haha
105. Foi expulsa/suspensa? E nerd lá é suspenso de escola?!
106. Foi parar na direção? Nops.
107. Foi reprovada? Nunquinha.

PERSONALIDADE

108. Maior qualidade: as pessoas dizem que eu me dedico a quem gosto, isso é bonito.
109. Maior defeito: instabilidade.
110. Calma/Nervosa? Calma até o momento em que pisam no meu calo, depois...
111. Otimista/Pessimista? Pessimista, bem pessimista...
112. Organizada/Bagunceira? Bagunceira.
113. Mais esperta ou mais inteligente? Devo ser inteligente, agilidade não é o meu forte definitivamente.
114. Orgulhosa/Modesta? Modesta, modesta.
115. Materialista/Espiritualista? Sabe que eu não sei?!
116. Bem-humorada/Mal-humorada? Não costumo ficar de mal humor sem razão alguma.
117. Sociável/Anti-social? Sou sociável a maior parte do tempo.
118. Extrovertida/Tímida? Extrovertida.
119. Reservada/Exposta? Reservada por demais
120. Calorenta/Friorenta? Calorenta até a ultima gota!
121. Previsível/Imprevisível? Imprevisível.
122. Confiante/Desconfiada? Desconfiada.
123. Preocupada/Desencanada? Desencanadissima.
124. Quieta/Tagarela? Depende do meu humor.

AMIGOS

125. O mais engraçado? Danielle me mata de rir.
126. O mais confiável? Todos os meus amigos o são.
127. O mais companheiro? Taly, companhia certa pra médico, supermercado e filas de banco, haha.
128. O mais tagarela? Juke, lógico!
129. O mais bonito? Thiago, aquele nariz é um charme!
130. O mais parecido com você? O Satur.
131. O mais diferente de você? O Bruno.
132. O que te dá conselhos? Pinto dá os mais doloridos.
133. O que te pede conselhos? Todos eles.
134. Qual mora mais longe? O Satur em PoA, A Flá e o Bruno em SP.
135. Qual mora mais perto? A Cau, rs.
136. Qual você conhece há mais tempo? Pra não citar o óbvio que seria a Cau, então é a Mara, a Lary, o Luis e a Renata.
137. Qual você conhece há menos tempo? Pinto.
138. Qual deles você tem um carinho especial? Todos, ué!
139. Qual amigo de infância você ainda tem contato? Mara, Lary, Luis e Renata.
140. E qual você gostaria de reencontrar? O Hugo.

VOCÊ

141. O que gostaria de mudar em si? Minha ingenuidade, ainda acredito nas pessoas.
142. O que não mudaria nunca? Meu carisma, rs.
143. Onde mais gosta de ser beijado? Vou fingir que não vi essa pergunta.
144. Uma mania que você não consegue largar: morder o canto interno da boca.
145. Uma palavra/expressão que você use muito: “eita porra!”
146. Para que time torce? Tenho preguiça de futebol.
147. Onde você sente cócegas? Se duvidar, até na testa.
148. Onde se sente à vontade para chorar? Em qualquer lugar, não tenho cerimônia pra sofrimento, haha.
149. Tem piercing/tattoo? Sim, dois piercings (queixo e transversal na orelha) e uma tatuagem no ombro.
150. Tem alguma cicatriz/marca? Faço coleção.

TRÊS COISAS QUE...

151. Te assustam: sapo, insetos e escuro.
152. Te fazem rir: tenho o riso frouxo, de qualquer coisa já to me lavando de rir.
153. Te fazem perder a cabeça: pessoas que não sabem conversar, perguntas demais e cutucadas no ombro.
154. Não podem faltar na sua despensa: derivados do leite em geral, nescau e granola.
155. Você não abre mão de fazer: estar com meus amigos, dormir e viajar.
156. Você nunca vai fazer: Prefiro não me comprometer.
157. Te dão nojo: banana, banana e banana.
158. Você gostaria que entendessem: que eu só falo sobre o que sinto quando me acho confortável, não adianta me encher de perguntas.
159. Você gostaria de entender: por que eu moro nesse fim de mundo.

TRÊS PESSOAS QUE...

160. Você admira: pra mim são quatro: mãe, irmã, pai, padrasto.
161. Você reprova: minha madrasta.
162. Você ama/amou muito: Impossível limitar em apenas três.
163. Não podem faltar na sua festa: Ai, tem que ter todo mundo senão não é festa.
164. Te deixam louca:
louca d nervoso: minha irmã me mandando arrumar o tapete do banheiro
louca de raiva: minha madrasta.
louca de tesão: Digo é porra! haha
165. Te fazem rir: um monte, ein!
166. Te entendem: todos os amigos.
167. Que você gostaria que te entendessem: na maioria das vezes, meu pai.
168. Que você gostaria de entender: eu não entendo nada sobre nada nesse mundo, hehe.

QUE BANDA/CANTOR(A)...


169. Você ouviu muito na infância? Xuxa, Trem da Alegria e Dominó, rs.
170. Você ouve quando está apaixonada? Faz tempo, nem lembro mais...
171. Você ouve quando está triste? Musicas tristes estão sempre por aqui.
172. Você ouve pra relaxar? Geralmente música clássica.
173. Toca e você não consegue ficar parado? Dependendo do meu teor alcoólico, qualquer coisa.
174. Você não curte mas que muita gente gosta? Esses lixos que tocam na radio e as pessoas se rebolam.
175. Você curte mas que quase ninguém gosta? Belle and Sebastian, quase todo mundo que eu conheço odeia.
176. Você e seus pais gostam? MPB em geral.
177. Você gosta de cantar? Dependendo do teor alcoólico, até sertanejo vai.
178. Você gosta das letras? Teatro Mágico.
179. Você curte o som mas não as letras? Angra, rs.
180. Você ouve quando está com dor de cotovelo? Faz tempo, também.
181. Você já gostou e agora não gosta mais? Xuxa, Trem da Alegria e Dominó?
182. Você está aprendendo a gostar? Cartola e Tom Zé.
183. Você gostaria de ir no show? Ai meu, na veradade eu queria ir no W:O:A.
184. Você gosta só de uma música? Não, ein...

DESCREVA

185. Seu sabonete: O que cabe no orçamento, hehe
186. Sua escova de dentes: De preferência, laranja.
187. Sua escova de cabelos: Aff, qualquer uma!
188. Seu chinelo: havaianas, as legítimas.
189. Seu quarto: Ainda não sei ao certo onde é o meu quarto, haha.
190. Seu shampoo: Ai, qualquer um também.
191. Sua necessaire: Vermelha da Hering. Cabe tudo, é uma coisa fantástica!
192. Sua toalha: Laranjas, laranjas...
193. Sua caneca: Preciso dizer a cor?!
194. Sua roupa preferida: jeans, camiseta e tenis.
195. Seu calçado preferido: all star.
196. Seu penteado: cabelo curto não combina com penteado.
197. Seu desodorante: Rexona, claro!
198. A
posição que você dorme: durmo até em pé.
199. Seu sonho de consumo: um carro.
200. Seu estilo:
. de roupa... a que seja confortável, ué.
. de ser... só conhecendo pra saber.

20 fevereiro, 2008




"I love you, but I don't like you all the time"

Esse guri sabe das coisas, dizaê!

18 fevereiro, 2008

Viagem

Enquanto a senhora tagarela da poltrona ao lado falava incessantemente sobre viagens, comida e mais outras coisas impossíveis de serem listadas e na tv 007 dublado e legendado distraía a quase todos por algumas horas de uma longa viagem estrada afora, a única coisa que conseguia prender a minha atenção era o céu semi-nublado que me espiava lá de fora.

Não pela noite em si, muito menos pela ilusão de que as árvores passavam apressadas por mim ou pelas poucas estrelas que pareciam fugir das nuvens carregadas que enfeitavam o céu. Talvez pela vontade de não estar ali, chegar ao meu destino, não ir a lugar algum.

Não saber o que me espera é um tanto assustador. Isso me fez pensar em tudo que já se passou, no que aconteceu, nas pessoas que conheci, nas que gostaria de ter conhecido e no que eu sempre quis que se tornasse verdade. Concluí que chegou o momento de “virar a página” e começar um outro capítulo dessa tão complicada novela que é a minha vida.

De repente todas aquelas risadas, saídas, filmes, amores, desamores, conversas ao telefone, partidas de jogos, bebedeiras na praia grande, garrafas sendo quebradas na praia, caminhadas pela lagoa, papos na ponte, aziação no Veneto, chororô, jogos de azar na praça [...], agora fazem parte do passado.

E eu não faço a menor idéia do que me espera, apesar de todos os planos e metas já impostos pela minha ansiedade doentia. Mas mesmo com um medo imenso do que pode me acontecer e com uma saudade que dói desde já de tudo que eu preciso deixar pra trás, sinto-me aliviada por todas essas lembranças. Vivi todas as coisas da maneira mais justa, conheci as pessoas certas e já sei quem quero ao meu lado por todo o resto da trama - vocês, amigos.

De parada em parada, a cada placa de saudação ou despedida, percebia que estava ficando cada vez mais distante dessa vida que conheço, de tudo que eu penso saber sobre mim. E a única coisa que me angustiava era o que não foi vivido. Tudo que não foi dito, sentido, cantado, chorado. Essas coisas que pra sempre ficarão no imaginário, que dificilmente terei coragem de assumir, por simplesmente achar que não há mais tempo. Mas se eu soubesse de um segundo extra sequer, antes mesmo de pegar a bagagem, tocar a campainha, essas coisas todas, eu queria ao menos dizer que.

Melhor dormir, esperar a vida mostrar o que realmente está por vir.


"I´m waiting
I wanted to stay
I wanted to play,
I wanted to love you
I'm only this far
And only tomorrow leads my way"


DMB - #41


08 fevereiro, 2008

Tempos que não aparecia, não?!


Esse blog aqui praticamente largado às traças, mas eu tenho boas justificativas, pra quem se importa com isso. A constante preguiça de organizar os super acontecimentos bombásticos da minha vida e fazer um texto bem resumido aqui é talvez a principal delas. Tá, acontecimentos bombásticos é claramente um exagero da minha parte, mas a falta de coragem é a mais pura verdade. Fora isso, uma total falta de inspiração pra criar aqueles textos hipotéticos que falam da vida, pensamentos, viagens, e blá e coisa e tal. Enfim, ano novo, vida nova e toda essa baboseira, portanto letras e rascunhos em 2008 terá posts atuais, fotos, vídeos e lalalá, prometo!

Pra começar, não vou fazer lista de metas pro ano que começou a quase dois meses, porque sempre me frustro e eu não quero sofrimento daqui a 12 meses, ok? Vamos logo às devidas atualizações:

Há duas semanas, soube que tinha conseguido um super estágio supervisionado e remunerado em Imperatriz-MA. Pra quem não sabe, é onde meus pais moram e o lugar onde provavelmente irei trabalhar por uns meses até conseguir dinheiro o suficiente pra me sustentar. O lado ruim disso?! Morar com mãe-irmã-padrasto de novo, depois de dois anos me virando sozinha. Sem contar que Imperatriz talvez seja a cidade mais quente de toda a América Latina, logo em seguida no ranking fica Teresina no Piauí, segundo conclusões da pessoa que vos fala.

Quando soube do tal estágio, peguei minhas coisas, me despedi das pessoas, chorei feito uma louca, as pessoas choraram também (porque claro, eu sou um amor) e vim pra minha querida Imperatriz de vez. Maaas, como tudo na minha vida é “de rosca”, mil dificuldades foram aparecendo, no final das contas só descobri que a UFMA é escrota de tão burocrática e por isso vou ter que voltar com mil malas e afins pra São Luis.

Tá, né?! Com praticamente um ano de estágio serei mais um profissional desempregado em busca de um mestrado ou coisa do tipo. Enquanto isso voltarei à minha vida de antes, comendo miojo, dormindo pouco e saindo todo santo dia, que chato. Já tinha até me acostumado com a vida em Impera City. Sem muitos lugares pra ir, saindo com as poucas e completamente loucas pessoas que conheço aqui, levando esporro por chegar bêbada e/ou tarde, bebendo água até quebrar o bucho, essas coisas. Mas, por enquanto isso tudo vai ter que ficar pra depois.

De resto, acho que só. Em breve, assim que confirmar uns pequenos detalhes conto pra vocês a melhor parte desse começo de ano. Quanto à isso só posso adiantar que vai ser a semana mais louca e esperada da minha vida.

É isso.

21 janeiro, 2008

e foi cuidar do que restava,

que é sempre o que se deve fazer.


Caio F.

28 novembro, 2007

There's no memory left. Come back and make up a good-bye, at least.
Let's pretend we had one.
Bye, Joel.
I love you.

-Meet me in Montauk.

05 outubro, 2007



[...]

In my hands, a legacy of memories.
I can hear you say my name. I can almost see your smile, feel the warmth of your embrace.
But there is nothing but silence now, around the one I loved.
Is this our farewell?

Rest your head and go to sleep.
'Cause my child,
this is not our farewell.

[...]




Our Farewell - Within Temptation

07 setembro, 2007

Ela sorri.

Ela sorri. Não de alegria, apenas sorri. Depois das contas pagas, das malas prontas e do adeus imaginado. Fazer o que além de sorrir?

Sabe tudo que deixou por fazer e não se importa. Prefere acreditar que nada pode ser resolvido, apesar das saídas já pré-determinadas. Planos e mais planos empilhados, deixados pra depois – sua especialidade. Já não se perde em pensamentos a respeito de nada. Um semi-alivio, uma semi-saída: a fuga.

Culpa? Que culpa? Nunca. Talvez depois de uns goles de vinho barato, pense a respeito. Mas há sempre o dia seguinte, o porre. Uma aspirina, um bom caldo de ovos quente. Hão de curar.

Amigos, amigos. Esses estão por todos os lugares e em lugar algum. Pouco importa, tudo ficou pra trás. Talvez alguém perceba que as cortinas estão fechadas, que falta aquela que diz saber tudo. Quem sabe um ou dois finjam se importar e a procurem. Bobagem, pura bobagem. Ninguém esta muito preocupado com isso. Eu não estou.

O sorriso se desfaz num instante. Cadê o táxi, aquele maldito táxi que nunca chega? E as plantas, quem vai cuidar delas? Talvez deva ficar. Quem liga pra plantas inúteis?

Buzina. Táxi idiota, finalmente chegou. A chave? Ela sempre esquece das chaves em qualquer lugar. Da última vez, encontrei-a no refrigerador. Sorri sozinha enquanto anda pelo apartamento.

Chaves, passagem, cigarros, bolsa, mala. Aeroporto, por favor. O motorista gordo de mãos pequenas nada diz, apenas segue. Ela percebe pela janela em silêncio que tudo continua exatamente igual. Como nada muda depois da minha decisão? Tanto tempo, tantas noites em claro, tantos diálogos inúteis e nada muda? Do lado de fora pessoas e mais pessoas caminham, cantam, sofrem, choram, amam. E ela ali, estática. Vendo tudo de camarote. Vendo nada.

O senhor tem troco pra cinqüenta? Obrigada. Pessoas, mais pessoas. Será que devo mesmo ir? Talvez ele apareça com aquela camisa, aquela camisa colorida ridícula. Talvez ele apareça com aquela camisa colorida ridícula e com aquelas desculpas ridículas e com aquele perfume e com aqueles elogios ridículos e com aquele jeito único de dizer que tudo vai ficar bem. Ridículo.

Poltrona 27, poltrona 27, poltrona 27. Janela, finalmente. Ainda bem que é noite, não preciso conversar. Depois de tanto tempo, sabe fingir o sono como ninguém. Aeroporto, mais pessoas, outro táxi. Será que devo continuar com essa loucura? Agora está feito. Mas e as plantas? Aquela tulipa branca, tão linda que é! Só poderia ser roubada, por isso vingou. Quem liga pra tulipas brancas, lindas e roubadas?

A cidade parecia a mesma, mas estava diferente. Algo nos prédios, nas pinturas, no calçamento, nas pessoas. Você é turista? Nesse quarteirão tem uns bares bons, coisa de bacana. É aqui, obrigada. Pra que dar explicações a um taxista desconhecido? Nem sei bem de onde sou, apenas pensa.

Da antiga casa quase nada mudou. O portão ainda faz aquele barulho doído, como se fosse rasgar. A campainha funcionou por pouquíssimo tempo, ninguém sente muita falta. Com esse portão! Quem precisa de campainha? Sorri outra vez.

Alguém abre a porta. Abraço, lágrimas, abraço, surpresa. Posso ficar por um tempo? Café, risos, cigarros, fumaça, cinzas, mais café. Sentia-se protegida. Em vinte e cinco anos, tudo continua aparentemente igual. O mesmo som de risada, o cigarro queimando no dedo e alguns poucos tragos. Nos olhos conseguia se reconhecer, as vezes. Não pelo castanho-brilhante-tímido, por algo mais.

Ele fala que o eletricista queimou a sua TV, que já não pode mais ver o jogo de domingo e que se contenta em ouvir pelo rádio. Fala que as baratas estão invadindo a casa e que não há nada que se possa fazer. Ri dos guris, das suas músicas bobas, só falam de revolução e algo assim.
Ela ri, apenas ri.

Não se concentra em palavra alguma, e sim nos movimentos. Nos dedos, nas rugas que não conhecia, naquela mancha na ponta do nariz. A voz, aquela voz. Vinte e cinco anos e aqui estou. A mesma voz, o mesmo sorriso, a mesma mancha.

Seu quarto esta trancado, tem muito mofo por lá. O sofá é uma beleza, amanhã a gente faz uma faxina. Fala depois de um longo trago, com um quê de preocupação. Longo abraço, silêncio. Ele sabe que não deve perguntar. Amanhã conto-te tudo, com detalhes. Não se assuste com possíveis gritos, esses vizinhos são loucos. Boa noite, minha pequena.

Beijo na testa, travesseiro macio, vizinhos loucos, “minha pequena”. Era tudo o que eu queria, sim. Ao menos por hoje.

E mais uma vez sorri. De alegria? Certamente. Vinte e cinco anos depois, ainda sou pequena. Longe das cortinas fechadas, da tulipa roubada, da camisa ridícula, daquela que diz saber tudo. É pequena, sou pequena. Talvez cresça, vou crescer. Não agora.

Adormece.

09 agosto, 2007

Life is about to go on in a minute.

[...]

Life never goes on - those are empty words.


Alguém aí sabe o que é saudade?

01 agosto, 2007

Eu poderia ficar ali parado, olhando a mancha de café
espalhar-se lenta sobre o poema, lembrando tudo que não queria lembrar e
assim,
parado pra sempre no meio do apartamento, enquanto vidas alheias
acontecem além
das janelas, fora e longe de mim, sentisse apenas mágoa,
saudade e esse tipo de
espanto amargo em que ninguém dá jeito, eu
poderia.
Mas repeti que era tarde,
que eu tinha um dia de cão, que não
tinha tempo e
me desculpe,
você sabe,
esta cidade,
esta vida,
esta manhã.
Onde Andará Dulce Veiga?
Caio F.

09 junho, 2007

Tirando a poeira.

Em noites vazias, nada como um cigarro como única testemunha de divagações sobre a vida e coisa e tal. Um acerto de contas, o momento do reencontro consigo mesmo. Até que ponto o que se quer, o que se faz é algo puramente seu ou vestígios do que se quer que os demais saibam e esperam de você?

Talvez o grande desafio da vida seja exatamente esse: o de superar todas as expectativas alheias e aceitar a si mesmo. Com todos os defeitos, desejos recalcados, medos, falhas - exatamente como se é. Ou mais ainda, tentar descobrir o que te faz único dentre os outros bilhões de seres humanos da face da terra.

Enquanto observo a fumaça atravessar as grades da janela, penso no que me é peculiar, algo que não tenha nenhuma ligação com o que está do lado de fora. Longe das expectativas, pré-conceitos e idealizações de uma Flávia Novais, estudante de vinte e tantos anos, cabelos, óculos, timidez e por aí vai. O que só eu saiba distinguir, ou deixe escapar apenas aos que estão muito, muito perto.

Medo. Esse talvez seja o meu maior defeito. No momento, o que mais me preocupa. Medo de escolhas, de falsas certezas, de verdades escondidas, do desconhecido. A felicidade me assusta. Como vou saber que estou plenamente satisfeita? Nunca sei o que busco e quando encontro uma direção escolho o caminho oposto. Minhas conclusões sempre são ambíguas, no fim das contas só me restam dúvidas.

Fujo de responsabilidades, apegos, abrigo. Terminar um projeto, um trabalho, um texto, o que seja, é uma tarefa extremamente complicada pra mim. Tão fácil desistir, deixar pra depois, um dia quem sabe tudo se resolve por si só. Os erros são sempre alheios, Fulano não facilitou, Sicrano não se importava, Beltrano era um escroto. Nunca faço o suficiente. É uma tortura imensa saber que meu esforço foi em vão e que de repente tudo se perdeu. Desisto de tudo com uma facilidade inacreditável e me culpo por cada coisinha que ficou pra trás incompleta. Há dias em que a única coisa que gostaria de fazer é mandar tudo pra casa do caralho, deixar uns e outros sentimentos trancados no guarda-roupa e esquecer essa minha eterna preocupaçãozinha ridícula de ser amigável e bla. Não que me orgulhe dos meus defeitos, mas sei que todo mundo tem um quê de diabo. Somos todos humanos, não é mesmo?

Pensar em qualidades próprias é mais complicado ainda. Parece uma auto promoção, como quem diz "pode se aproximar, sou uma pessoa legal!". Mas se existe uma da qual posso dizer que me orgulho, é a de admirar as coisas mais simples. Nada de luxo, o exagero me sufoca. Não gosto de demonstrações públicas de afeto, cartazes, carros de som e toda essa baboseira. Um sorriso, um olhar, um abraço valem mais. Conforto, segurança e cumplicidade me bastam. O que pode ser um defeito também, dependendo do ponto de vista.
Poderia continuar essa auto-análise fajuta fruto de uma noite sem muitas expectativas, porém penso que algumas coisas não precisam ser ditas, já que são unicamente minhas. Daí vocês se perguntam qual a intenção desse texto escroto, afinal. E eu respondo: não sei. Ele não tem uma finalidade em si, se trata apenas de uma tentativa de compreensão.

Talvez um desabafo. Uma demonstração pública do meu cansaço e por que não, do pavor ao descobrir que no fim estamos sós. Acima de todas as faces que assumimos frente aos demais, a essência esta lá, crua e não há como fugir. Somos o que somos e ponto. Fodam-se as idealizações, os anseios, os personagens.

Honestidade consigo mesmo, sem pudores. Acho que é isso, o que realmente vale a pena. O resto é só improviso, encenação.

28 maio, 2007


"Porque você não pode voltar atrás no que vê. Você pode se recusar a ver, o tempo que quiser: até o fim de sua maldita vida, você pode recusar, sem necessidade de rever seus mitos ou movimentar-se de seu lugarzinho confortável. Mas a partir do momento em que você vê, mesmo involuntariamente, você está perdido: as coisas não voltarão a ser mais as mesmas e você próprio já não será o mesmo."

"Eles", O ovo apunhalado
Caio Fernando Abreu.

10 maio, 2007


E o proprio sentido, cadê?!

09 maio, 2007

SILÊNCIO AMOROSO 2

Preciso do teu silêncio cúmplice
sobre minhas falhas.
Não fale.
Um sopro, a menor vogal
pode me desamparar.
E se eu abrir a boca
minha alma vai rachar.

O silêncio, aprendo,
pode construir.
É modo denso/tenso
- de coexistir.
Calar, às vezes,
é fina forma de amar.

Affonso Romano de Sant'Anna