20 outubro, 2008

Even though i get so high
I know that i will never fly
And when i fall out of the sky
Who'll be standing by

Will you be standing by?



03 outubro, 2008

Pula de sombra em sombra como quem foge de um inimigo, monstro de armário, coisas assim. Mas não é disso que quero falar, monstros e inimigos e armários. Quer dizer, talvez de armários - porque ela esconde algo embaixo dos entulhos e daquelas caixas coloridas. Assim como quem foge de monstros e se esconde em sombras. Não sombras de forma abstrata, que fique claro. Estou falando dessas que são ‘o lugar protegido do sol’, entende?
Pois sim, ela caminha de sombra em sombra, se protege dos monstros, do inimigo e por fim do sol. Não que não goste do sol e etc, apesar de pular de sombra em sombra à procura de proteção. Da mesma forma que mantém a salvo todos os segredos, rimas, planos, sorrisos e promessas, embaixo dos entulhos e daquelas caixas coloridas, no armário. Assim, de forma material, pra ser mais explícito. Não que as cores e sorrisos e promessas não sejam reais, não muito, não importa, enfim. Ela esconde, guarda, protege.
Nesses dias de verão é cada vez mais difícil se proteger em sombras, do inimigo, dos monstros. Caminha quilômetros com a pele ardendo, sorrisos e cores de dentro do armário, embaixo dos entulhos, na cabeça, ao mesmo tempo, sabe? Assim, sem proteção alguma, sem sombras. Não adianta ter pressa, trancar as portas, jogar fora as caixas coloridas. Elas são reais, entende? Não os inimigos e monstros e sombras – como proteção. Ainda existem cores, sorrisos, promessas e rimas. O sol queima, maltrata. As cores cansam, os risos ferem. Tudo ao mesmo tempo. Assim, existindo sem existir, fora do controle.

15 setembro, 2008

"Olha, antes do ônibus partir eu tenho uma porção de coisas pra te dizer, dessas coisas assim que não se dizem costumeiramente, sabe, dessas coisas tão difíceis de serem ditas que geralmente ficam caladas, porque nunca se sabe nem como serão ditas nem como serão ouvidas, compreende? Olha, falta muito pouco tempo, e se eu não te disser agora talvez não diga nunca mais, porque tanto eu como você sentiremos uma falta enorme dessas coisas, e se elas não chegarem a ser ditas nem eu nem você nos sentiremos satisfeitos com tudo que existimos, porque elas não foram existidas completamente, entende, porque as vivemos apenas naquela dimensão em que é permitido viver, não, não é isso que eu quero dizer, não existe uma dimensão permitida e uma outra proibida, indevassável, não me entenda mal, mas é que a gente tem tanto medo de penetrar naquilo que não sabe se terá coragem de viver, no mais fundo, eu quero dizer, é isso mesmo, você está acompanhando meu raciocínio? [...] Por favor, não ria dessa maneira nem fique consultando o relógio o tempo todo, não é preciso, deixa eu te dizer antes que o ônibus parta que você cresceu em mim de um jeito completamente insuspeitado, assim como se você fosse apenas uma semente e eu plantasse você esperando ver uma plantinha qualquer, pequena, rala, uma avenca, talvez samambaia, no máximo uma roseira, é, não estou sendo agressivo não, esperava de você apenas coisas assim, avenca, samambaia, roseira, mas nunca, em nenhum momento essa coisa enorme que me obrigou a abrir todas as janelas, e depois as portas, e pouco a pouco derrubar todas as paredes e arrancar o telhado para que você crescesse livremente, você não cresceria se eu a mantivesse presa num pequeno vaso, eu compreendi a tempo que você precisava de muito espaço [...] escuta: eu queria te dizer uma porção de coisas, de uma porção de noites, ou tardes, ou manhãs, não importa a cor, é, a cor, o tempo é só uma questão de cor não é? Por isso não importa, eu queria era te dizer dessas vezes em que eu te deixava e depois saía sozinho, pensando também nas coisas que eu não ia te dizer, porque existem coisas terríveis, eu me perguntava se você era capaz de ouvir, sim, era preciso estar disponível para ouvi-las, disponível em relação a quê? Não sei, não me interrompa agora que estou quase conseguindo, disponível só, não é uma palavra bonita? Sabe, eu me perguntava até que ponto você era aquilo que eu via em você ou apenas aquilo que eu queria ver em você, eu queria saber até que ponto você não era apenas uma projeção daquilo que eu sentia, e se era assim, até quando eu conseguiria ver em você todas essas coisas que me fascinavam e que no fundo, sempre no fundo, talvez nem fossem suas, mas minhas, e pensava que amar era só conseguir ver, e desamar era não mais conseguir ver, entende? Dolorido-colorido, estou repetindo devagar para que você possa compreender melhor [...] cho que foi o fato de você partir que me fez descobrir tantas coisas, espera um pouco, eu vou te dizer de todas as coisas, é por isso que estou falando, fecha a revista, por favor, olha, se você não prestar muita atenção você não vai conseguir entender nada, sei, sei, eu também gosto muito do Peter Fonda, mas isso agora não tem nenhuma importância, é fundamental que você escute todas as palavras, todas, e não fique tentando descobrir sentidos ocultos por trás do que estou dizendo, sim, eu reconheço que muitas vezes falei por metáforas, e que é chatíssimo falar por metáforas, pelo menos para quem ouve, e depois, você sabe, eu sempre tive essa preocupação idiota de dizer apenas coisas que não ferissem, está bem, eu espero aqui do lado da janela, é melhor mesmo você subir, continuamos conversando enquanto o ônibus não sai, espera, as maçãs ficam comigo, é muito importante, vou dizer tudo numa só frase, você vai ......... ............ ............. ............ .......... ........... ............. ............ ............ ............ ......... ........... ............ ............ sim, eu sei, eu vou escrever, não eu não vou escrever, mas é bom você botar um casaco, está esfriando tanto, depois, na estrada, olha, antes do ônibus partir eu quero te dizer uma porção de coisas, será que vai dar tempo? Escuta, não fecha a janela, está tudo definido aqui dentro, é só uma coisa, espera um pouco mais, depois você arruma as malas e as botas, fica tranqüila, esse velho não vai incomodar você, olha, eu ainda não disse tudo, e a culpa é única e exclusivamente sua, por que você fica sempre me interrompendo e me fazendo suspeitar que você não passa mesmo duma simples avenca? Eu preciso de muito silêncio e de muita concentração para dizer todas as coisas que eu tinha pra te dizer, olha, antes de você ir embora eu quero te dizer quê."
Caio F. - Para uma avenca partindo

Antes que seja tarde, que não valha mais a pena, que eu perceba que falhei, que nada mais nisso faça sentido e tudo se perca, só queria que você soubesse quê.

14 agosto, 2008

Porque mais do que nunca estou me permitindo um pouco de vida. Há quem chame isso de insanidade, loucura, irresponsabilidade ou afins. Mas me preocupar com isso agora não faz parte dos meus planos. Não costumo me arrepender do que faço, tento ser honesta comigo mesma e com quem está por perto e tenho metas concretas pra um futuro próximo. Então acho que não tem muito com o que se preocupar, né?! Estou bem, estou viva - finalmente me dei conta disso.



It's my life
It's now or never
I ain't gonna live forever
I just want to live while I'm alive


.

03 agosto, 2008

"You keep me waiting
You keep me alone in a room full of friends
You keep me hating
You keep me listening to the Bends

You have me on my knees
You have me listless and deranged
You have me in your pocket
You have me distant and estranged

No narcotics in my brain
Can make this go away

I'm sorry that, I'm sorry that I'm not like you
I worry that I don't act the way you'd like me to

You find me wanting
You find me bloodless but inspired
You find me out
You find me hallucinating fire"
[Pure Narcotic - Porcupine Tree]



24 junho, 2008

Queria continuar tentando, sabe. Esse quê de adrenalida-surpresa-expectativa-vontade é até divertido. Mas ai, todos os olhares e conversas e caminhadas e sorrisos me parecem tão sem objetivo agora, isso meio que cansa. Sem contar que vezenquando me aparecem mais e mais obstáculos e eu me sinto tão cansada, cada passo me parece um esforço tremendo. Não que eu esteja desistindo, nem penso nisso. Só que de repente me bateu uma preguiiiça..
Vai entender.

18 junho, 2008

E hoje é meu aniversário.

Eu nunca consegui entender como essa data pra algumas pessoas significa alegria, festa e comemoração. Porque se eu parar pra pensar, não tenho muito o que celebrar no dia de hoje. Sem aquele papo de ‘ai menina, você tem saúde, amigos, família e blábláblá, para de reclamar e blábláblá”, ok? Só estou dizendo que a minha vida não está as mil maravilhas e eu não tenho lá o que festejar.

Completo exatos 24 anos de idade e isso deveria significar alguma coisa de verdade. Eu deveria me sentir mais madura, ou coisa do tipo. Ter decisões formadas e metas concretas. Algum dinheiro na conta do banco, prestações de carro ou alguma coisa que representasse um quê de vida adulta. Mas continuo sendo a mesma menina insegura cheia de medos e paranóias de sempre e isso é bastante desesperador.

Continuo levando na cara por gostar demais, esperando um sinal de afeto de quem não merece e me desdobrando pra fazer com que a vida de quem convive comigo seja bem agradável. Mantendo sempre um sorriso no rosto, mesmo com o coração sangrando. Me enganando de que um belo dia tudo vai finalmente acontecer e plim - serei feliz.

E enquanto eu me desdobro pra ser a melhor pessoa do mundo inutilmente, vejo que os outros por aí estão muito ocupados cuidado das suas próprias vidas. Porque sabe, é muito custoso estar sempre por perto e ajudar e enfim, sabe como é né a vida ta aí rolando e as pessoas são sozinhas e eu sou uma idiota por me preocupar de verdade com elas.

Enquanto estiver soprando as 24 velas, vou pedir um canto bem longe de tudo e todos, bem confortável. Porque eu cansei, de verdade.

14 junho, 2008

"sometimes you've got to be wrong
and learn the hard way
and sometimes you've got to be strong
when you think it's too late"

D.T.

19 maio, 2008



"And I'm here to remind you
Of the mess you left when you went away
It's not fair to deny me
Of the cross I bear that you gave to me
You, you, you oughta know"

Vamos todos cantarolar juntos enquanto a Juki dirige!
Dias em São Luis, poucos porém necessários amigos, saudade que cresce, amor que só se intensifica. O que seria de mim sem esses momentos de imenso retardo mental, cantorias, gritos, piadas e de vez em quando um puxão de orelha com direito a xingamentos e afins?! Porra nenhuma!

Amo, amo e amo.

04 maio, 2008

"Eu quis tanto ser a tua paz, quis tanto que você fosse o meu encontro. Quis tanto dar, tanto receber. Quis precisar, sem exigências. E sem solicitações, aceitar o que me era dado.Sem ir além, compreende? Não quis pedir mais do que você tinha, assim como eu não daria mais do que dispunha, por limitação humana. Mas o que tinha, era seu. "

Caio F.

Sem talento pra organizar minhas próprias linhas, aí vai mais Caio. Eu tentaria dizer exatamente isso, mas não seria tão bonito, certamente.

28 abril, 2008

"Well I deserve nothing more than I get,
'Cos nothing I have is truly mine."

É isso aí.

10 abril, 2008

100 Superstições

Pra quem não sabe, ajudei na produção do curta de um amigo meu, o "Cê Agá" e da minha irmã, Cau. O vídeo participou de um festival regional e pra nossa felicidade conseguiu o primeiro lugar! Além de ter descolado uma graninha, esse prêmio deu uma valorizada na produção cultural local, ou seja, mais um acontecimento que foi direto pra minha lista de "coisas que deram certo" feliz, né?!
Não poderia de forma alguma deixar passar em branco por aqui, afinal não é todo dia que acontece esse tipo de coisa! Então aí está o curta-metragem vencedor do I Maranhão Vídeo de Bolso, que encantou "Pela Poética da fotografia intimista utilizada para apresentar personagens e objetos e narrar sua história".
Espero que gostem!






09 abril, 2008

No alarms and no surprises, please!
let me out of here



sim, radiohead.
não, não estou mais "tão" feliz.


05 abril, 2008

feeling strangely fine

Eu sou louca ou existe algo de surpreendente em estar se sentindo um tanto feliz? Digo, é de fato estranho pensar que estamos vivendo um momento único na vida, onde algumas coisas começam a finalmente dar certo?!

Pois bem, é exatamente assim que estou: feliz, sorrindo com as paredes e ao mesmo tempo pensando que isso tudo é muito e diferente pra mim.

Apesar do dinheiro curto, da saudade constante das pessoas queridas, stress com o ônibus que não me espera, com o carro que me dá banho na esquina, do calor infernal e todas essas coisinhas cotidianas que nos fazem pensar em vários palavrões num intervalo de tempo bem curto, me sinto muito leve.

Tenho a sensação de que agora tudo parece mais claro, que já consigo me defender de algumas coisas e tenho um pouco mais confiança pra escolher o que realmente quero. É como se do dia pra noite eu tivesse acordado com a idéia de que cuidar da própria vida não me assusta. Porque mesmo ainda muito ligada aos amigos e tudo, só consigo ter em mente que ta na hora de traçar o meu caminho.

Talvez com isso algumas pessoas me tirem de egoísta, fria ou insensível. Mas “na real”, o problema dos outros não é prioridade. Mais do que nunca, não me envolvo tanto na vida alheia sem ter a certeza de que estou bem o suficiente pra suportar. E isso não me preocupa nem um pouco, viu! Já me prejudiquei tanto por passar por cima dos meus sentimentos pra ajudar alguém e não recebi muita coisa em troca, portanto chega – realmente não dá.

Sem contar que agora consigo enxergar com mais clareza quem realmente merece um pouco do meu afeto e quem precisa ser deletado da lista de “super amigos”. Com o tempo essa tal listinha vai diminuir consideravelmente, eu sei. Mas essa certeza só me conforta, por incrível que pareça.

Uma razão pra essa felicidade toda?! Talvez o fato de ter metas concretas, ou algumas coisas que já tornaram esse ano incrível, por ter reencontrado uma pessoa mais que especial (e me viciado, conseqüentemente), ou por um súbito de autoconfiança, ter aprendido a usar o “foda-se” apropriadamente, pela falta de noção, loucura e um tanto de coragem, por tudo isso junto ou por nada, tanto faz. O que importa é que eu estou muito bem, obrigada. E espero que isso dure um tempinho considerável, ao menos.

31 março, 2008

Um post de homenagem é muito brega?! Se sim, procurem então outra coisa pra ler, maroquem o orkut alheio ou sei lá, joguem paciência. Agora que tudo finalmente tomou um rumo, preciso fazer uns agradecimentos especiais ou seja, lá vem melação, mas that's me e não poderia ser diferente.

Pois bem, esse post é unicamente dedicado a vocês, meus amigos. Especialmente os que ficaram em São Luis (não estou desmerecendo os que não moram lá, sem agressões!), pois todos sabem que agora não estou mais na ilha, ao menos deveriam saber.

Posso dizer que sou uma pessoa de muita sorte, viu! Nesses anos todos que morei aí, tive o prazer de conhecer apenas as pessoas certas. Seja no condomínio, no mirc, no terminal de ônibus, na UFMA, na praça do renascença, na worm, na casa de alguém, durante partidas de jogos, naquelas ruas do Reviver, não importa. Conheci, me aproximei e convivi com pessoas muito mais que especiais. Foram elas as responsáveis pelo que sou hoje, em todos os detalhes e cada um deu a sua contribuiçãozinha um tanto importante.

Muita coisa mudou durante todos esses anos e foi maravilhoso ter a companhia de vocês. Eu nunca saberia expressar a importância de cada saída, cada conversa, risada, cantorias e piadas. E muito menos conseguiria agradecer pelos ombros, conversas, porres e até mesmo brigas.

É muito ruim pensar que talvez tudo isso já tenha ficado pra trás e que as coisas finalmente estão começando a mudar, que eu cresci e todo esse blábláblá. Eu prefiro acreditar que essa distancia não vai mudar em nada, pois tudo que construí em São Luis é “pra sempre”. Tá, “pra sempre” é muito tempo e falando em tempo, com ele essa tal de distância só vai aumentar, caso o resto dos meus planos se consolidem.

Mas não falemos disso agora, deixemos a vida desenrolar do jeito que tem que ser. Só queria mesmo dizer que com esse meu afastamento um tanto repentino, não queria virar a página e tentar encarar a vida sem a presença de todas essas pessoas e a memória do que vivemos juntos.

O que eu quero mesmo é dizer que vocês estão presentes sempre, em todas as minhas lembranças e que eu guardo um carinho extremamente especial por cada um e não quero por nada nessa vida me sentir de fato distante. Pois pra mim, todo mundo tem um cantinho especial bem aqui do meu lado, onde quer que eu esteja. E é com muito orgulho que eu posso dizer que tenho os melhores amigos do mundo.

Obrigada, de coração.

Amo todos vocês.

"Don't let the day go by
Don't let it end
Don't let a day go by in doubt
The answer lies within"

The answer lies within - Dream Theater

17 março, 2008

Porque às vezes fazer planos não é o bastante, palavras não valem de muita coisa e a saudade teima em apertar. O passado se foi, do presente não se sabe e o futuro, esse não me pertence ainda. Dias nublados, cheios de cores e movimentos são raros. E sem registros ou provas, apenas existem. Sorte nossa, não acham?
Ninguém precisa entender, anyway.


[...]
-Mas não seria natural.
-Natural é as pessoas se encontrarem e se perderem.
-Natural é encontrar. Natural é perder.
-Linhas paralelas se encontram no infinito.
-O infinito não acaba. O infinito é nunca.
-Ou sempre.
[...]

[O dia que Jupter encontrou Saturno - Caio F.]

14 março, 2008

-C'est le temps que tu a perdu pour ta rose qui fait ta rose si importante.
-C'est le temps que j'ai perdu pour ma rose… fit le petit prince, afin de se souvenir.
-Les hommes on oublié cette vérité, dit le renard. Mais tu ne dois pas l'oublier. Tu deviens responsable pour toujours de ce que tu as apprivoisé. Tu es responsable de ta rose…
-Je suis responsable de ma rose… répéta le petit prince, afin de se souvenir.
[Le Petit Prince - Antoine de Saint Exupéry]

Minha rosa significa muito pra mim e eu sou responsável por ela, sim. É tão simples...
Camila, c'est pour toi! Ma petite rose, je t'aime!





11 março, 2008

Nada como uma semana em Sampa, com pessoas maravilhosas e shows perfeitos, não é mesmo, minha gente?!

Pois sim, foi tudo lindo! Conheci pessoas incríveis, me diverti muito e de quebra ainda vi dois shows que superaram todas as minhas expectativas. Depois de muito tempo, me sinto de alma lavada e estranhamente bem. Mesmo com o pouco tempo, com o dinheiro curto e uma tal de gripe que resolveu me pegar de surpresa, posso dizer que valeu muito a pena, muito mesmo. Agora só preciso de mais dinheiro, porque a vontade de voltar é grande por demais. De resto eu só posso agradecer por ter sido tão bem recebida, pelas risadas e enfim, por tudo!

Obrigada, vocês-sabem-quem.

27 fevereiro, 2008

Eis que estou de volta para contar aquela novidade que precisava confirmar antes e tal e pah, lembram? Pois sim, não preciso dar muitas explicações, a imagem fala por si:




Sim, eu vou! Amanhã saio daqui de Imperatriz, pego um vôo até São Luis, de lá até Brasília e só depois de muito tédio e espera e ansiedade e sono perdido, que chego em Sampa. Ficarei na casa da Flá - a pessoa mais querida e que tem a mente mais fértil da face da terra, por quase 10 dias. Talvez ela nunca mais queira me receber, porque de cara vou ficar todo esse tempo, imagina se convidar de novo?
O primeiro show, (pra quem não vive nesse mundo e/ou não conseguiu ler no ingresso) é o de Iron Maiden, domingo. O de Dream Theater será dia 08, no ooutro sábado. Até lá gastarei todo o meu tempo (e o da Flá, claro) andando por aí, bebendo um tanto, rindo do caqui e essas coisas. Nada como estar entre amigos em Sampa, não é mesmo, minha gente?!
Piadas internas à parte, só devo dizer que nem durmo mais de tanta ansiedade e que essa semana tem tudo pra ser simplesmente perfeita.
Depois volto com fotos e comentários e o que eu puder contar dessa semana supimpa.

Up the Irons!

P.S.: roubei a foto mesmo, não ligo, o ingresso é meu, oras! Haha

http://www.fotolog.com/mornietari