19 junho, 2010

Registro nº 2




"e de repente olhaste uma flor sobre uma sepultura e disseste que gostavas tanto de amarelo e eu disse que amarelo era tão vida e sorriste compreendendo e eu sorri conseguindo e vimos uma margarida e nem sequer era primavera e disseste que margarida era amarelo e branco e eu disse que branco era paz e disseste que amarelo era desespero e dissemos quase juntos que margarida era então desespero cercado de paz por todos os lados."

Caio F. - O dia de ontem.


Gosto de margaridas amarelas, dessas cheias de vida, ternura e surpresa.

2 comentários:

Babi S. disse...

*-*

4bocas disse...

a sensação mais pura do dia, não do mês, talvez do ano inteiro.Obrigado!